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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
TÁ COM SEDE ???? ENTÃO PRESERVE !!!!
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
A CHUVA ARTIFICIAL
Enquanto muito se discute para diminuir a
interferência do homem na natureza,
a China parece seguir no sentido contrário.
Nos últimos anos,
o país passou a adotar com frequência a
chamada chuva artificial,
que por meio de métodos científicos consegue
fazer chover em lugares de seca ou
eliminar nuvens.
Para isso, são lançados por meio de canhões em
terra ou aviões no ar
cartuchos de iodeto de prata, substância capaz de
acelerar a condensação das nuvens.
Foi dessa forma, por exemplo, que o governo evitou
que chovesse em pleno horário da festa de abertura
dos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008 - fez com que chovesse antes.
No mês passado, o governo chinês anunciou uma nova
iniciativa de manipulação do clima:
vai derreter neve para combater a falta de água
que afeta a capital do país.
Segundo o jornal chinês Global Times,
dois equipamentos com aquecedores
recolherão neve das ruas e das margens dos rios para
transformá-la em água.
Com uma população crescente de cerca de 20 milhões
de pessoas, o consumo de água na cidade foi de 3,55 bilhões
de metros cúbicos em 2009,
sendo que a oferta de água na região foi de apenas de 2,18 bilhões
de metros cúbicos.
Na opinião de Tércio Ambrizzi, professor do Departamento de
Ciências Atmosféricas
da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Grupo
de Estudos Climáticos (GrEC), a iniciativa pode acelerar o processo
de degelo natural, que já vem
ocorrendo cada vez mais cedo em vários lugares do mundo em razão
do aquecimento global.
"Sem conhecer todos os parâmetros, é difícil dizer quais serão as
consequências,
mas com certeza isso pode afetar quem depende da água do degelo
na época do verão", diz Ambrizzi.
Já o pesquisador Carlos Nobre, do Instituto Nacional
de Pesquisas Espaciais (Inpe),
não acredita que a nova iniciativa chinesa causará sérios
danos ao meio ambiente por um simples motivo: custa caro.
"É preciso muita energia para transformar a neve em estado líquido.
O método não poderá ser usado em grande escala", diz.
Mas mesmo Nobre admite que, se feita em grandes proporções,
a aceleração do degelo pode agravar a questão do aquecimento global.
Isso ocorre porque a neve das montanhas é fundamental para refletir a
radiação solar.
Quanto menos gelo, mais radiação é absorvida pela Terra e mais quente
fica o planeta.
"Mexer com o gerenciamento da radiação solar é muito perigoso", diz.
As iniciativas da China, segundo os dois especialistas, são na verdade
um exemplo claro da gravidade dos efeitos das mudanças climáticas
- no caso, intensas secas e problemas de abastecimento de água.
A própria adoção da chuva artificial pode ser um indicativo de uma
estratégia desesperada de buscar todas as alternativas para amenizar
esses efeitos.
"A chuva artificial foi desenvolvida nos Estados Unidos nos anos 50,
mas anos depois foi praticamente abandonada porque sua eficácia
não foi comprovada cientificamente", diz Nobre, que lembra que no
Brasil vira e mexe essa tecnologia também é usada. "É preciso ter
cuidado, porque há muitos charlatões nessa área."
Fonte: UOL
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Ibiporã é exemplo no Seminário Metropolitano de Resíduos Sólidos
A experiência bem-sucedida da Prefeitura de Ibiporã e do SAMAE na gestão dos resíduos no município será mostrada no Seminário Metropolitano sobre Gestão de Resíduos Sólidos. O evento acontece dia 24 de novembro, das 8 às 18 horas, na Igreja Mórmon de Londrina (Rua Belo Horizonte, 1.236).
O caso de Ibiporã fará parte de uma sala temática. Será apresentado o novo Programa de Separação de Lixo, implantado em novembro de 2009 e que vem sendo exemplo para o Brasil e destaque freqüente na mídia.
Após a implantação do programa, o lixo orgânico não é mais destinado ao aterro sanitário, que estava com a sua capacidade quase esgotada. Está sendo agora transformado em adubo, por meio do processo de compostagem.
De acordo com o diretor de Limpeza Pública do SAMAE, Miguel Gardini, o objetivo é aumentar cada vez mais a separação e destinação dos recicláveis.
O seminário, promovido pela Coordenadoria da Região Metropolitana de Londrina (Comel), será dirigido às prefeituras e órgãos gestores de resíduos sólidos. As inscrições são gratuitas, pela internet, no site www.comel.pr.gov.br.
de Assessoria de Imprensa - Samae
Debate e boas idéias marcam Seminário em Londrina
Iniciativa para mudança, esse foi o resultado visto no Seminário Metropolitano sobre Gestão de Resíduos Sólidos, realizado em Londrina no último dia 24 de novembro. Organizada pela COMEL (Coordenadoria da Região Metropolitana de Londrina) juntamente com mais 11 municípios da região metropolitana, o seminário teve como objetivo debater de forma integrada e coletiva questões relacionadas à disposição final dos resíduos sólidos produzidos na região, buscando, dessa forma, medidas para amenizar o problema e minimizar os danos causados ao meio ambiente.
Foi um seminário focado principalmente na discussão. Na platéia estavam presentes representantes de diversas ONGs e grupos relacionados à questão ambiental. O evento também contou com a presença da promotora de justiça do meio ambiente, Dra. Solange Vicentin, que comentou sobre a Lei 12.505, a questão da responsabilidade compartilhada no descarte e administração de resíduos na cidade. A palestra magna ficou a cargo de Laerty Dudas, coordenador de resíduos sólidos da SEMA – Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Além de falar sobre implicações da lei em questão, Laerty apresentou um comparativo entre formas de descarte disponíveis atualmente – aterros, incineradores etc. – e os respectivos danos que cada um representa ao meio.
Mais tarde houve uma palestra sobre tratamento de resíduos especialmente em Londrina. Fernando Fernandes, da FAUEL, comentou sobre medidas realizadas atualmente em Londrina e sobre a atual situação do CTR – Centro de Tratamento de Resíduos, inaugurado em Londrina em junho de 2010, que conta com sistema de compostagem e um depósito de lixo com membrana dupla para proteger o solo de contaminação, além de um tanque de tratamento de chorume e tubulação para aproveitamento dos gases eliminados.
Após a apresentação do CTR, Miguel Gardini, diretor de limpeza pública do SAMAE – Serviço autônomo Municipal de Àgua e Esgoto – de Ibiporã, fez uma apresentação sobre o atual padrão de coleta seletiva que o município tem realizado com relativo sucesso. Foram apresentadas inclusive comparações com o desperdício e impacto gerado à cidade antes de implantada tal medida. Em Ibiporã, a medida foi viabilizada graças a parcerias com cooperativas que realizam parte do processamento de resíduos.
Por fim, aconteceram oficinas temáticas que trataram sobre questões específicas relacionadas ao descarte de resíduos, como os produzidos pela construção civil, e também a acessibilidade de meios de coleta para pessoas com deficiências físicas. No encerramento do evento, todas as idéias debatidas separadamente foram apresentadas para todo o público presente, abrindo novamente o espaço para sugestões e opiniões dos inscritos. Segundo a coordenadora Elza Correia, todas as idéias ali focadas serão compiladas em um documento que posteriormente será encaminhado para o Governo Estadual e orgãos como a SEMA estadual, para que a questão seja levada a diante e possa originar mudanças para problemas ali colocados.
por Bruno Leonel, estagiário do GEAMA
SAMAE PARTICIPA DE SEMINÁRIO METROPOLITANO DE RESÍDUOS
No dia 24 de novembro, a Coordenadoria da Região Metropolitana de Londrina, RML - COMEL, juntamente com os municípios que formam a RML, realizaram o Seminário Metropolitano sobre Gestão de Resíduos Sólidos, evento de iniciativa do Fórum Metropolitano de Resíduos Sólidos e organizado pela Coordenadoria da RML.
Um dos destaques do evento foi a participação do diretor da SAMAE, Miguel Gardini, que apresentou um vídeo da coleta seletiva implantada em Ibiporã. O novo sistema de coleta, que é executado pela Kurica Seleta Ambiental, atingiu resultados expressivos na melhoria da separação de recicláveis, introdução da coleta de lixo orgânico e transformação em adubo, e redução do volume de resíduos (rejeito) depositado em aterro.
A coordenadora da RML, Elza Correia, exaltou o resultado positivo do evento e destacou que "as discussões do problema vem de encontro a Nova Política Nacional de Resíduos Sólidos na busca de ações regionais objetivando diminuir os impactos causados pelos resíduos em todas as suas formas". A Coordenadora conclamou a todos "a continuarem a investir em ações, educação ambiental e monitoramento".
Na abertura do evento, que contou com a participação de aproximadamente 200 pessoas, o Coordenador de Resíduos Sólidos da SEMA, de Curitiba, Laerte Dudas proferiu palestra sobre Logística Reversa e a Promotora do Meio Ambiente de Londrina, Solange Vicentin, falou sobre Legislação de Resíduos Sólidos e a Nova Política Nacional instituída pela lei 12305 de 2010. No período da tarde, o professor Fernando Fernandes, da Universidade Estadual de Londrina, proferiu palestra sobre a Central de Tratamento de Resíduos de Londrina. (Assessoria Comel e Assessoria Kurica Seleta Ambiental)
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